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Os números por trás da desigualdade
Apesar dos avanços, a presença feminina no jornalismo esportivo ainda é marcada por desigualdades profundas. Dados mostram que mulheres assinam uma parcela mínima das reportagens, aparecem menos na televisão e, muitas vezes, ocupam papéis secundários.
Nos bastidores, a diferença salarial e a baixa presença em cargos de liderança reforçam esse cenário. Mais do que estatísticas, esses números revelam um ambiente de trabalho atravessado por discriminação e barreiras constantes, uma realidade vivida por grande parte das profissionais da área.
É esse contexto que ajuda a explicar a importância de movimentos de resistência e das vozes que seguem lutando por espaço.

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